
Hoje morreu-me um amigo e uma referência, mais do que profissional, de vida: ética. Nos meus tempos de jornalista, tive o privilégio de c0nviver e aprender com o João Mesquita. Entre outras coisas, aprendi com ele, “homem de carácter”, como muito bem diz o director do Público, que o jornalismo obedece também a critérios de verticalidade e de integridade, que é algo que não abunda nas redacções. O João é daquelas pessoas que fazem falta e que não deve ser esquecido. Descansa em paz, companheiro!

